| The New York Times |
| por Nate Chinen (sobre o álbum em duo com Ran Blake, "Camera Obscura") " Temperamentalmente, Ms. Serpa está muito distante de Ms. Lincoln: a sua voz tem um som brilhante, refinado e jovem- porém neste álbum, ela resume a sua interpretação à essência da melodia, deixando a maioria dos embelezamentos a Mr. Blake. A sua expressividade é frontal e como que um reconhecimento do estilo de Ms. Lincoln (..) |
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| LA Jazz Scene |
| por Scott Yanow (sobre o novo álbum com Ran Blake, "Camera Obscura") " Enquanto Mr. Blake alterna entre ser empático e apresentar ideias explosivas, Sara Serpa mantém-se impertubável, acrescentando beleza às melodias de canções como "When Sunny gets Blue", "Nutty" de Thelonious Monk ou "Get Out of Town", e mais uma variedade de temas obscuros ou originais. A sua voz é atraente, e ela nunca perde de vista a melodia e o enredo da canção, provando ser uma boa parceira para o único Ran Blake" |
| Lucid Culture- Blog |
| (sobre "Camera Obscura", o álbum em duo com Ran Blake) " Serpa aborda estas canções com uma clareza e vulnerabilidade devastadoras; a sua interpretação é simples, determinada e no final, sem medo. Este é sem dúvida uma dos melhores álbums de jazz deste ano.(...) Juntos neste duo, Serpa e Blake elevaram a qualidade do canto jazz e seu acompanhamento a um nível absurdamente alto". |
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| National Public Radio (USA) |
| por Josh Jackson "(...) a participação da vocalista Portuguesa Sara Serpa traz vocalizos sem palavras incadescentes em "Cobilla" e à canção que dá título ao álbum (...)" |
| First Listen: NPR |
| All About Jazz. |
| por John Barron, Julho 2010 (sobre o novo álbum de Danilo Perez "Providencia") A Portuguesa Sara Serpa, agora a residir em Nova York, conhecida por cantar sem letra, traz ao de cima a força da melodia na escrita de Perez. Ela canta como que flutuando sem esforço através do tema desafiante, que dá nome ao disco. Send este um dos temas mais atractivos do disco, Perez tira partido da repetição melódica que se ouve para aplicar uma fonte infindável de proezas no piano. |
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| The New York Times |
| por Nate Chinen. Dezembro 2009 "Praia" (Inner Circle) é um álbum de estreia seguro e apelativo para Sara Serpa, a jovem cantora Portuguesa que trabalha produtivamente como aprendiz do saxofonista alto Greg Osby. |
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| National Public Radio (USA) |
| Oiça-se Serpa no seu tema " Dez Longos Dias de Chuva" e é abundantemente claro que ela sempre teve o seu ouvido virado para o jazz. |
| Sara Serpa: Wordless Jazz Improvisation |
| Time Out New York |
| Sara Serpa teve um grande impulso na sua carreira, depois do saxofonista Greg Osby ter produzido o seu álbum de estreia, Praia. A cantora Portuguesa apresenta no seu disco uma visão extremamente interessante: melodias simultaneamente fortes e abstractas e uma escrita que evidencia a sua voz precisa e delicada. |
| Sara Serpa na Time Out NY |
| The New York Times |
| por Nate Chinen, Agosto 2008 Greg Osby tem um fortíssimo novo álbum, “9 Levels”, na sua nova editora, Inner Circle Music. O álbum apresenta um grupo semelhante ao grupo que se apresentou no Village Vanguard, sendo o piano substituído pelo vibrafone. Entre os novos distintos elementos sonoros, encontra-se Sara Serpa, uma jovem brilhante cantora Portuguesa. Durante a maior parte do set, Serpa, que tem o seu proprio álbum com data marcada para sair no Outono, também com a INCM, cantou em perfeito uníssono com Greg Osby, um feito impressionante, dadas as difíceis melodias e síncopes de temas como “Vertical Hold” por exemplo. Ela mostrou ainda mais compustura na sua composição “Praia”, que tem como base uma estrutura pop e uma íngreme linha melódica. |
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| The Boston Globe |
| por Siddhartha Mitter , March 2007 Uma voz única.(…). Quando totalmente expressiva, a voz humana tem o potencial de mostrar que os intrumentos foram feitos para a imitar. De facto, muitas tradições musicais honram a voz acima de todos os instrumentos. Visto desta forma, uma canção pode ser uma forma terrivelmente limitada. Versos e refrões pecam por falta de creatividade. As letras forçam a que subtis mudancas de sonoridade sejam encaradas como conclusões, limitadas por linguagem e vocabulário. Esta é apenas uma forma de ver as coisas, obviamente, mas é suficiente para ter motivado uma corrente de músicos de jazz a usarem a sua voz para interpretar composições de vocalizos sem palavras. É uma técnica diferente do scat. No canto sem palavras, a voz harmoniza e canta como os outros instrumentos, improvisa e talvez faça um solo. É dificil de fazer e quando é mal feito, pode ser um aborrecimento. Neste momento, uma jovem vocalista e compositora abraçou esta técnica com grande sucesso e emergiu na cena de jazz de Boston. Sara Serpa foi convidada especial numa residência de Greg Osby na Berklee e 4feira toma o palco do Ryles, como líder do seu quinteto |
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| All About Jazz. |
| por Phil DiPietro. Novembro 2008 Sara Serpa é uma vocalista que usa a sua voz sem adornos e pura, sem comparação no jazz. É a vocalista mais inovadora do momento, mas não devido à sua jovem idade de 28 anos.(...) (…) A principal razão é que com apenas um disco, Sara Serpa levanta questões profundas relativas ao papel da vocalista no jazz. |
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| Downbeat |
| por Dan Oulette, Dezembro 2008 Artigo sobre a editora Inner Circle Music " (...) Eu andava à procura de novas texturas e novas cores para incorporar na minha música", diz Osby, que descobriu a vocalista Portuguesa através do Myspace. " Estava a navegar na internet e encontrei um amigo que tinha um link para a página da Sara. Fui à página dela e a forma dela cantar are tão melódica, tão perfeita. A música dela soava tal como é- sem efeitos e sem uma produção exagerada (...)" " Cantar na banda dele é um trabalho constante, o Greg é um músico com uma vasta carreira e trabalhou com tantos músicos diferentes " diz Serpa " a minha intenção é absorver toda a informação possível enquanto partilho o palco com ele e melhorarr como vocalisra, compositora e improvisadora. Ele dá-me uma oportunidade única de exposição a ambientes musicais desafiantes." |
| All About Jazz |
| por Frank A. Matzner, Outubro 2008 Entrevista com Greg Osby sobre o novo disco e a nova editora "AAJ: Vamos olhar para o primeiro disco lançado da editora INCM, "9 Levels". Um trabalho espantoso que deve o seu sucesso nada mais nada menos que aos membros do novo grupo, incluindo a vocalista Sara Serpa. Descobriu a Sara na Internet, certo? GO: Sim, sim. Eu estava a navegar na internet e havia um link na página de um amigo meu para a página dela. Vi a foto dela e pensei " que miúda tão gira"...não foi isso que pensei obviamente! Uau...ela é espectacular. (risos). Depois ouvi um primeiro tema dela e ela cantava um ritmo complicado em perfeita afinação. Um bom equilíbrio, uma boa entrega à música. Ela soava como uma flauta, como um trompete, às vezes um violino ou guitarra, percussão... não era propriamente scat- era mais como um instrumento de sopro. Eu andava a pensar há anos em quem é que eu iria contratar para ser o meu segundo intrumento..._ Tive guitarristas, otros saxofonistas, trompetistas, trombones. Durante muito tempo eu pensei: se eu pudesse ter uma cantora que cantasse as minhas melodias e fosse como um espelho das minhas melodias, seria óptimo. Houve outras pessoas em que eu pensei, mas elas não têm a capacidade de improisação que a Sara tem. Ela consegu olhar para uma progressão harmónica e tratá-la como se fosse um saxofonista. Tem ouvido absoluto. Amplitude vocal enorme, stamina incrível e não tem medo de nada em palco. AAJ:Também parece que esta banda levou o seu próprio som a lugares inesperados.... GO: Bom, eu compus para cada músico individualmente. Foi um desafio porque eu não os conhecia assim tão bem. Sabia que eu iria ter que proporcionar o meu jogo. A música que escrevi é a música mais difícil que escrevi na minha vida, tecnicamente falando. Tive que praticá-la durante muito tempo. E depois ouvi a Sara a cantá-la e ela cantava tudo muito mais exacto do que eu estava a tocar. Isso foi impressionante. |
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| All About Jazz |
| por Mark F. Turner, Agosto 2008 O sexto elemente do sexteto é a voz única de Sara Serpa, natural de Lisboa, Portugal. A sua voz é como um instrumento perfeitamente afinado, apresentando um soberbo scat no tema “Truth”, nas frases corais de “Humility” ou nos detalhes sem palavras, como um pintor pintando um tela, na agradável peça abstracta “Tolerance” |
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| All About Jazz. |
| por Phil DiPietro. Novembro 2008. (sobre ROSA-SHOCK de André Matos) A principal diferença entre este disco, face aos lancamentos da TOAP, é a presença de uma vocalista, a extraordinária Sara Serpa. Com participação em quarto discos em 2008, lançados praticamente em simultâneo- incluindo o seu brilhante primeiro disco- Serpa apresenta uma aposta inesperada e decepcionantemente simples: desafiar nada mais nada menos, do que o papel da vocalista de jazz num ensemble pequeno. Serpa não canta apenas canções, ela torna-se parte delas, cantando sem palavras, com um vocaliso natural que não pode ser descrito como scat. Cantando como outro membro da banda, ela move-se agilmente das melodias para os solos. (…) Se a “Praia” de Serpa e este disco de Matos são a indicação de algo, é de que a sua dança em conjunto deve continuar fértil, surpreendente e atraente para anos que se avizinham |
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| All About Jazz. |
| por Franz A. Matzner Enquanto cada músico possui enormes habilidades, é o incrível desempenho de Sara Serpa que marca o coração do novo projecto de Osby e foi a sua impressionante abordagem única, que deixou a audiência do Kennedy Center, em Washington DC sem respiração.(…)Misturando a sua voz ao saxofone alto de Osby, numa improvisação sem letra, Sara Serpa integra as suas linhas e solos de uma forma infalível. Agindo mais como um instrumento de sopro adicional do que como uma vocalista tradicional, o estilo vocal de Serpa resiste a qualquer tipo de descrição, desafiando-nos a tarefa de identificar as suas influências ou semelhantes. Mais do um “scat” moderno, Serpa abandonou as convenções silábicas codificadas desde os primórdios do jazz e adoptou uma forma contemporânea de cantar baseada em melodias que fluem, com cores e texturas, sendo talvez próximas de uma mistura de ópera, Luciana Souza, Bjork e a pouco conhecida Devorah Day.(…)Em suma, a actuação do Osby Five pode ser descrita como heráldica e Serpa como um fenómeno |
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| The DCist |
| por Sriram Gopal. Maio 2009 A carreira da vocalista Sara Serpa é um caminho pouco percorrido nos dias de hoje. Muitas cantoras permanecem agarradas ao passado, preferindo expressar'se através de standards dos velhos tempos, e simultaneamente reproduzir a sonoridade das grandes estrelas, seja Sinatra, Holiday ou Fitzgerald. Serpa, oriunda de Lisboa, Portugal, não se limta apenas a repertório antigo, mas utiliza uma abordagem à música mais próxima de um instrumentalista do que de uma chanteuse.... |
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| About.com |
| por Jacob Teichroew, Dezembro 2008 Existe uma alegria em “9 levels” fundamentalmente devido a 3 factores: o estilo sorridente improvisacional de Greg Osby, a voz de Sara Serpa, que é suave como cristal e a natureza de conversação dos solos |
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| The Chicago Reader |
| por Peter Margasak, Agosto 2008 Greg Osby não tem gravado desde que se separou da Blue Note, há alguns anos atrás; porém para este óptimo “9 levels” ele reuniu um grupo pouco usual de músicos: o guitarrista Nir Felder, o baterista Hamir Atwal, o baixista Joseph lepore, o pianista Adam Birnbaum e uma vocalista Portuguesa, Sara Serpa, que Osby descobriu através do Myspace. O grupo lida com as estonteantes composições pós-bop de Osby com uma fluidez e clareza impressionantes, atrevendo-se a tocar arranjos meticulosos que são marcados por comentários contraponctuais e uníssonos desafiantes- Serpa é especialmente espectacular,, com os seus vocalizos sem palavras, sempre em perfeita afinação com as linhas de saxofone de Osby |
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| Jazz.pt |
| por António Branco. Janeiro 2009. Ainda antes de ver lançado o seu disco de estreia, já a cantora Sara Serpa entrava para a história do jazz nacional, como o primeiro músico luso a pisar o placo do Village Vanguard, lendário clube nova-iorquino, integrada no grupo de Greg Osby .(...)Assumindo-se como compositora e improvisadora, Sara Serpa adopta uma abordagem muito pessoal, vertida num canto cristalino e sem palavras, trabalhado no mesmo plano dos restantes instrumentos.(...) Eis a interessante estreia de uma cantora que certamente irá dar cartas no jazz vocal- dentro e fora de portas- nos anos vindouros. |
| Jazz no País do Improviso |
| por Joao Moreira dos Santos, Janeiro 2009 Relativamente a Praia, este é um trabalho ousado e original (que dispensa praticamente as palavras em benefício da voz como instrumento puro, que se combina em uníssono com a guitarra na exposição das melodias) e que vale a pena ouvir. (…) Este é sobretudo um registo que revela o início da exploração do elevando potencial criador de uma cantora que pode ir bem longe, mais ainda do que já foi. Por isso mesmo, o que é audível neste momento é apenas a ponta do que se adivinha ser um grande iceberg de talento (…)Uma coisa é certa (aliás, duas): Sara Serpa tem o que é necessário para o trazer gradualmente à superfície e está muito bem acompanhada pela guitarra de André Matos, que mais uma vez demonstrou que (…) pode ser considerado um dos grandes guitarristas portugueses da actualidade, surpreendendo-nos com o seu fraseado e sonoridade, onde se adivinha já o despontar daquilo que qualquer instrumenstista mais ambiciona: uma voz própria e inconfundível. |
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| O Sítio do Jazz |
| por Manuel Jorge Veloso, Janeiro 2009 Passando directamente à apreciação deste Praia, que com muito agrado ouvi de ponta a ponta, diga-se em primeiro lugar que é particularmente exigente e corajosa a opção de Sara Serpa quanto ao modo de se exprimir, técnica e esteticamente, optando pelo vocalizo sem letra e quase sem vibrato, pela improvisação que extravasa o clássico idioma scat e pelo tratamento para-instrumental da voz. (...) Entretanto, Sara Serpa não se limita a esta forma de canto – que já seria exigência suficiente – através da qual revela invejáveis mobilidade, afinação, ouvido harmónico, ampla tessitura e extensão de voz e diferenciação de estilo(…). Ela revela, ainda, a sua vocação como compositora, sendo neste disco a autora de todas as peças apresentadas.(…) |
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| O Expresso |
| por Raul Vaz Bernardo. Janeiro 2009 (sobre participação em ROSA-SHOCK de André Matos) Todavia, o que valoriza ainda mais este cd é a presença da cantora Sara Serpa. Colaboradora recente do saxofonista Greg Osby, com o qual gravou o seu primeiro disco (editado na etiqueta de Osby, Inner Circle Music), Sara Serpa é um fenómeno de musicalidade. O seu canto límpido, não exibicionista e sem palavras é espontâneo e musical, integrando-se no todo orquestral sem contrangimentos. Duma forma natural, debita as suas linhas nas composições de Matos. Ouça-se por exemplo “Rare Birds’ e confirme-se o que pode ter espantado um músico maduro como Osby. |
| Bodyspace.net |
| por Nuno Catarino, Dezembro 2008 Senhora de uma notável qualidade vocal, a cantora demonstra uma rara audácia ao produzir um objecto que arrisca sem medo e sem ceder a facilitismos ou concessões comerciais” |
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| Jazz.pt |
| por Paulo Barbosa, Julho 2007 (...) Sara Serpa surpreendeu com um dos melhores concertos da festa. As sua composições são fortíssimas e o trio formado por Albert Sanz, Masa Kamaguchi e R.J. Miller operou a todo o momento , com um emocionante sentido de comunão musical. O guitarrista André Matos, cada vez melhor nas suas improvisações, trouxe igualmente um interessante colorido adicional. Serpa arriscou bem alto e revelou um fascinante controlo na colocação da voz, verdadeiro instrumento, cheio de alma. Com impressionante sucesso, chegou a fazer uso da desafinação pontual, mas inevitável no nível a que actua, como mais um recurso. Kamaguchi reafirmou-se como um dos mais virtuosos e musicais contrabaixistas do momento |
| O Sol |
| por Dora Guennes, Setembro 2007 "É um dos mais recentes talentos do jazz em Portugal. Compositora e cantora, dona de uma voz doce e etérea, Sara Serpa fundou o Sara Serpa Quintet e já sonha com a internacionalização(...)" |
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