All About Jazz- NYC
Sobre o álbum MOBILE:


"A voz de Serpa é leve e elástica, mostrando igualmente uma inteligência intensa. Alie-se isto a uma visão/ sentido de humor e o resultado é um tipo radioactivo de Poesia Beat do Século XXI. (...) A utilização que Serpa faz de textos é esparsa e serve como ponto de partida para a compositora/ vocalista permitir voos sonhadores vocais/ musicais inspirados pelos versos. (...) Serpa está à procura e a sua busca continua a presentear-nos com música provocadora e irresistível."
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Chicago Jazz Magazine
Sobre o álbum MOBILE:


"As improvisações vocais de Serpa estão ao mesmo nível de qualquer instrumentalista. (...) A sua criatividade não diminui quando canta com palavras, como no Fado "Sem Razão" ( o único tema que não foi escrito por Serpa), uma canção famosa cantada por Amália Rodrigues, em que Serpa se transforma e a torna sua, sem esquecer a versão original.(...) Mobile é uma viagem musical, inspirada nas deambulações da artista, mas também, como o próprio nome indica, são um trabalho artístico em movimento, que pode ser vivido com uma perspectiva diferente cada vez que ou ouvimos".
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Listas de Melhor de 2011


"Melhor CD Vocal"- Step Tempest Blog

"Cinquenta Álbums Favoritos de 2011"- by Larry Appelbaum

"Os Melhores 35 Álbums de Jazz de 2011"- Lucid Culture Blog

Jazziz Magazine (EUA)
por Jon Garelick


" Quando Serpa improvisa em "Gold Digging Ants", ela cria música que encheria de orgulho qualquer trompetista ou saxofonista - há variação na textura, dinâmicas, elasticidade ritmica, mas com um motivo de base lógico, que parece emergeri espontaneamente de frase para frase. Por isso, os ouvintes não precisam de ir ao Google pesquisar sobre os livros, para apreciar este álbum rico e completo"
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Jazzman Magazine (França)
CHOC review

"Empenhada neste projecto tão especial e desafiante, a voz pura e sem vibrato de Sara Serpa faz maravilhas. A tripulação escolhida revela-se soberbamente aguerrida, tocando em sintonia e ao mesmo tempo conseguindo inventar quatro discursos originais e diferentes, que se encaixam com a leveza dum puzzle luxuoso

New York Times (EUA)
""Ms. Serpa, uma jovem cantora de jazz bem informada e com uma agilidade musical, escreveu todos excepto um, dos voláteis temas de Mobile, um disco inspirado em várias fontes literárias: Steinbeck, Herodotus, Naipaul. O seu ensemble, que destaca Kris Davis no piano e André Matos na guitarra contribuem para o desenvolvimento da sua música com uma autoridade astuta e graciosa"
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Jazz Times Magazine (EUA)
" (...) nesta composições, Serpa revela uma relação intrínseca e apurada com o guitarrista André Matos, que toca uníssonos exactos com a sua voz memorável, em melodias labirínticas e ritmadas como "Sequoia Gigantis", "Ulysses' Costume " ou "Ahab's Lament" "
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Jazzpoes (Bélgica)

"(...) ideias e interpretações brilhantes proporcionam cores estimulantes e um ambiente irresistível, misturando influências da terra do Fado com Jazz. É bom viver e deixarmo-nos levar..."

Goddeau (Bélgica)

"MOBILE é surpreendente e belo. Compreender a música e as idiossincrasias de Sara Serpa requer tempo e paciência. Quem estiver disposto a isso, descobrirá um grande novo talento
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Jazz Inside Magzine (EUA)


" A voz de Serpa é ubíqua. A escuta deste álbum é como seguir os movimentos de um mobile esculpido e suspenso num tecto de um sótão abandonado"

Midwest Records (EUA)

"(...)quatro estrelas para este ábum de jazz vocal futurista "

Ypsilon, O Público (PT)

" Serpa constrói um admirável mundo novo, misterioso e nostálgico, habitado pelo som límpido e profundamente pessoal da sua voz. Aquilo que se ouve é diferente de tudo aquilo que se possa ter ouvido"

Step Tempest (EUA)

"Mobile" move o ouvinte em várias direcções, seja o trabalho distinto de Kris Davis no piano, a execução brilhante de André Matos, ou a secção rítmica activa e reactiva de Ted Poor e Ben Street. A visão de Sara Serpa para este projecto é impressionante- a creatividade do seu trabalho vocal é mais uma razão para explorar e ouvir a sua música várias vezes".
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Lucid Culture (EUA)

" Sara Serpa pôe o mundo em pontas dos pés. Nestes tempos em que álbums completos se tornam cada vez mais escassos, estes ainda podem ser uma forma de seguir as carreiras de músicos e compositores que continuam a gravá-los. Um exemplo notável: Sara Serpa. A sua voz límpida, sem adornos, e desarmante tem uma direcção extraordinária, honestidade e uma profundidade emocional: se fosse possível olhar ara o fundo do oceano, a voz de Sara Serpa seria o instrumento perfeito para o fazer"
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Boston Globe (USA)



"Nascida em Lisboa, esta vocalista excepcional escreve maioritariamente música sem letra, e utiliza a sua voz de soprano, cristalina, como um outro instrumento , no seu grupo que mistura jazz e música de câmara. Este gig celebra o seu novo disco, inspirado em literatura, um tributo a John Steinbeck, o jornalista Polaco Ryszard Kapuscinski, e o aventureiro icónico Corto Maltese, por Hugo Pratt, entre outros".
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Stanford Radio (EUA)

" A vocalista e compositora Portuguesa Sara Serpa é verdadeiramente única. A sua voz quase etérea é predominante, flexível, que destaca um reino de melodias puras e angulares. Grandes obras da literatura com a temática de viagem são a inspiração para estas dez peças desafiantes. Serpa tem o apoio de um quarteto modernita, que inclui Kris Davis no piano e André Matos na guitarra. Cool stuff".
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Jazz Review (EUA)


"Ao contrário da maioria das vocalista, Serpa não está sempre em destaque. Por vezes ela acompanha os outros, outras vezes os outros acompanham-na. Ela está completamente intergrada nesta banda excepcional. O seu estilo de composição é de primeira classe e é bastante mais consistente do que a típica vocalista de jazz. A sua tendência para aceitar desafios musicais é altamente artística em MOBILE"
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Radio France
por Alex Dutilh, sobre o concerto na Festa do Jazz 2011

" Um clímax, cheio de charme, introspecção, como uma audácia vocal (uma voz perfietamente afinada, com bonitas cores) e como resultado final: o convite perfeito a viajar".
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Jazz Times (USA)
por Bill Beutller sobre "Camera Obscura"

" É um álbum precioso, com a "rising star" Serpa".
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Signal to Noise (USA)
por Brian Marley sobre "Camera Obscura"

" Serpa possui um registo agudo estratosférico, que é absolutamente seguro. O tema mais forte do disco é o primeiro, "When Sunny Gets Blue", que tem simultaneamente uma qualidade inquieta e inquietante..."

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The Australian (Australia)
por John McBeath

"A voz extraordinária de Serpa e a sua abordagem única atingem um nível impressionante quando ela canta sem palavras, entrusando-se com a sua banda".
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All About Jazz (NYC)
por Ken Dryden

"Apesar da surpreendente curta duração do álbum, 30 minutos, a mistura mágica do piano de Blake com a voz de Serpa é cativante"
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All About Jazz (Italy)
por Angelo Leonardi

"A cantora brinca habilmente com as nuances e as dissonâncias, entrando assim em sintonia com o universo "noir" de Ran Blake e infundindo nas canções uma luz soturna, por vezes até sinistra, mas sugestiva. Ran Blake desempenha deliberadamente um papel de suporte mas é um guia atento e as suas sugestões são sempre eficazes. Um disco de lacónica beleza, que desvela o seu charme após algumas escutas"

Point of Departure
por Bill Shoemaker

"Serpa tem tudo para se estabelecer no top, como uma cantora de alto nível, nos próximos anos- se tal acontecer, a sua importância estará sem dúvida associada à promessa que este álbum irradia”.

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Jazzitis (Espanha)
por Ricardo Arribas

"Camera Obscura é uma gravação que nos incita a disfrutá-la repetidas vezes e, que a cada audição nos revela novos esconderijos em que é um prazer entrar."

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O Público- Ypsilon (Portugal)
por Rodrigo Amado

" Sara Serpa é a grande figura do jazz nacional de 2010."
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The Australian
Sobre o álbum "Camera Obscura"

"O resto do álbum são standards, tocados em tempos variados, abrindo com When Sunny Gets Blue, tema exposto de um forma bela no estilo incomparável de Serpa: frágil e etéreo, mas assertivo e profundamente expressivo, com um perfeito controlo de soprano. Os acordes complexo de Blake e abordagem empática combianm bem com a interpretação impressionante de Serpa, especialmente notável nos finais, onde acordes dissonantes dão uma dimensão aos últimos dois semitons"
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The Age (Australia)
por Jessie Nichols, Novembro 2010

(preview para o Festival de Jazz de Wangaratta)

A cantora Portuguesa Sara Serpa encara a sua carreira, ainda em crescimento, como um caminho- ou melhor, uma série de caminhos. Alguns destes caminhos foram concluídos, outros foram percorridos e abandonados e outros ainda continuam, acenando sedutivamente"...
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The Australian (Australia)
por John McBeath, Novembro 2010

(sobre o concerto no Wangaratta Jazz Festival)

A Portuguesa Sara Serpa, sediada em Nova Iorque, atraiu muitas atenções no Festival de Wangaratta; não só pelo seu look brilhante, quase como uma modelo, mas também pelo seu domínio da voz incrível. O seu estilo é sem palavras, como um instrumento, muitas vezes em uníssono com o guitarrista André Matos, que a apoia em palco de uma forma delicada e a sua voz é como cristal.
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Jazzman Magazine (França)
por Philippe Carles, October 2010

(sobre o ábum em duo com Ran Blake, "Camera Obscura")

"Brilhante, etérea, fresca, pura, requintadamente juvenil: este são alguns dos adjectivos que nos vêm à mente ao escutar a cantora portuguesa descoberta em Boston pelo pianista de entre os seus alunos, do New England Conservatory of Music (...). De Sara Serpa poderemos falar sem hesitar, duma nova voz em ascensão"
Jazzman Magazine

The Jerusalem Post
Blake e Serpa tocam e soam como bons amigos e trabalham bem juntos, navegando através de estruturas de acordes complexas, como uma faca escorrega na manteiga. Esta dupla transmite um sentimento de equilibrado de comforto, com uma abordagem despreocupada, quando executando material que com outros artistas poderia soar altamente difícil".
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The New York Times
por Ben Ratliff

(sobre uma actuação ao vivo no Cornelia Street Cafe)

"Sara Serpa, uma jovem cantora portuguesa que vive em Nova York há alguns anos, é cativante e cool em todos os aspectos, desde a concepção à execução. (...) Ela tem um estilo completamente consistente: cantou os temas – intervalos largos, alternância de notas longas e curta numa corrente contínua e equilibrada de sons (...)
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Lucid Culture
por Alan Young

(sobre uma actuação ao vivo no Cornelia Street Cafe)

"Sara Serpa transcende tudo. (...) Com um estilo sem enfeites, sem vibrato, cristalino e cantado de uma forma tão pura como arrepiante, Serpa cantou vocalizos cuidadosamente escolhidos e atraentemente subtis (...)"
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O Expresso
por Raul Vaz Bernardo

(sobre o álbum em duo com Ran Blake, "Camera Obscura")

"A forma como Sara evita adornar a canção, a maneira resoluta de interpretar cada poema e a clareza da entrega são notáveis (...) Surgem puras pérolas como "Get Out of Town" e "April in Paris", sedutoras pela sua simplicidade (...)"

The New York Times
por Nate Chinen

(sobre o álbum em duo com Ran Blake, "Camera Obscura")

" Temperamentalmente, Ms. Serpa está muito distante de Ms. Lincoln: a sua voz tem um som brilhante, refinado e jovem- porém neste álbum, ela resume a sua interpretação à essência da melodia, deixando a maioria dos embelezamentos a Mr. Blake. A sua expressividade é frontal e como que um reconhecimento do estilo de Ms. Lincoln (..)

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LA Jazz Scene
por Scott Yanow

(sobre o novo álbum com Ran Blake, "Camera Obscura")


" Enquanto Mr. Blake alterna entre ser empático e apresentar ideias explosivas, Sara Serpa mantém-se impertubável, acrescentando beleza às melodias de canções como "When Sunny gets Blue", "Nutty" de Thelonious Monk ou "Get Out of Town", e mais uma variedade de temas obscuros ou originais. A sua voz é atraente, e ela nunca perde de vista a melodia e o enredo da canção, provando ser uma boa parceira para o único Ran Blake"

Lucid Culture- Blog
por Alan Young
(sobre "Camera Obscura", o álbum em duo com Ran Blake)

" Serpa aborda estas canções com uma clareza e vulnerabilidade devastadoras; a sua interpretação é simples, determinada e no final, sem medo. Este é sem dúvida uma dos melhores álbums de jazz deste ano.(...) Juntos neste duo, Serpa e Blake elevaram a qualidade do canto jazz e seu acompanhamento a um nível absurdamente alto".
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O Público
por Rodrigo Amado

(sobre o álbum a duo com Ran Blake, "Camera Obscura")

"Longe da previsibilidade e do artifício da maioria das cantoras de jazz actuais, Sara Serpa dá um enorme salto artístico e afirma-se como uma das vozes mais interessantes da actualidade (...) A profunda empatia e o abandono musical de Serpa e Blake transformam os curtos 30 minutos de "Camera Osbcura" num precisoo registo de superior criatividade musical "

National Public Radio (USA)
por Josh Jackson

"(...) a participação da vocalista Portuguesa Sara Serpa traz vocalizos sem palavras incadescentes em "Cobilla" e à canção que dá título ao álbum (...)"
First Listen: NPR

All About Jazz.
por John Barron, Julho 2010

(sobre o novo álbum de Danilo Perez "Providencia")

A Portuguesa Sara Serpa, agora a residir em Nova York, conhecida por cantar sem letra, traz ao de cima a força da melodia na escrita de Perez. Ela canta como que flutuando sem esforço através do tema desafiante, que dá nome ao disco. Send este um dos temas mais atractivos do disco, Perez tira partido da repetição melódica que se ouve para aplicar uma fonte infindável de proezas no piano.
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The New York Times
por Nate Chinen. Dezembro 2009

"Praia" (Inner Circle) é um álbum de estreia seguro e apelativo para Sara Serpa, a jovem cantora Portuguesa que trabalha produtivamente como aprendiz do saxofonista alto Greg Osby.
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National Public Radio (USA)
Oiça-se Serpa no seu tema " Dez Longos Dias de Chuva" e é abundantemente claro que ela sempre teve o seu ouvido virado para o jazz.
Sara Serpa: Wordless Jazz Improvisation

Time Out New York
Sara Serpa teve um grande impulso na sua carreira, depois do saxofonista Greg Osby ter produzido o seu álbum de estreia, Praia. A cantora Portuguesa apresenta no seu disco uma visão extremamente interessante: melodias simultaneamente fortes e abstractas e uma escrita que evidencia a sua voz precisa e delicada.
Sara Serpa na Time Out NY

The New York Times
por Nate Chinen, Agosto 2008

Greg Osby tem um fortíssimo novo álbum, “9 Levels”, na sua nova editora, Inner Circle Music. O álbum apresenta um grupo semelhante ao grupo que se apresentou no Village Vanguard, sendo o piano substituído pelo vibrafone. Entre os novos distintos elementos sonoros, encontra-se Sara Serpa, uma jovem brilhante cantora Portuguesa. Durante a maior parte do set, Serpa, que tem o seu proprio álbum com data marcada para sair no Outono, também com a INCM, cantou em perfeito uníssono com Greg Osby, um feito impressionante, dadas as difíceis melodias e síncopes de temas como “Vertical Hold” por exemplo. Ela mostrou ainda mais compustura na sua composição “Praia”, que tem como base uma estrutura pop e uma íngreme linha melódica.
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The Boston Globe
por Siddhartha Mitter , March 2007

Uma voz única.(…).
Quando totalmente expressiva, a voz humana tem o potencial de mostrar que os intrumentos foram feitos para a imitar. De facto, muitas tradições musicais honram a voz acima de todos os instrumentos. Visto desta forma, uma canção pode ser uma forma terrivelmente limitada. Versos e refrões pecam por falta de creatividade. As letras forçam a que subtis mudancas de sonoridade sejam encaradas como conclusões, limitadas por linguagem e vocabulário. Esta é apenas uma forma de ver as coisas, obviamente, mas é suficiente para ter motivado uma corrente de músicos de jazz a usarem a sua voz para interpretar composições de vocalizos sem palavras. É uma técnica diferente do scat. No canto sem palavras, a voz harmoniza e canta como os outros instrumentos, improvisa e talvez faça um solo. É dificil de fazer e quando é mal feito, pode ser um aborrecimento. Neste momento, uma jovem vocalista e compositora abraçou esta técnica com grande sucesso e emergiu na cena de jazz de Boston. Sara Serpa foi convidada especial numa residência de Greg Osby na Berklee e 4feira toma o palco do Ryles, como líder do seu quinteto
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All About Jazz.
por Phil DiPietro. Novembro 2008

Sara Serpa é uma vocalista que usa a sua voz sem adornos e pura, sem comparação no jazz. É a vocalista mais inovadora do momento, mas não devido à sua jovem idade de 28 anos.(...) (…) A principal razão é que com apenas um disco, Sara Serpa levanta questões profundas relativas ao papel da vocalista no jazz.
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Downbeat
por Dan Oulette, Dezembro 2008

Artigo sobre a editora Inner Circle Music

" (...) Eu andava à procura de novas texturas e novas cores para incorporar na minha música", diz Osby, que descobriu a vocalista Portuguesa através do Myspace. " Estava a navegar na internet e encontrei um amigo que tinha um link para a página da Sara. Fui à página dela e a forma dela cantar are tão melódica, tão perfeita. A música dela soava tal como é- sem efeitos e sem uma produção exagerada (...)"

" Cantar na banda dele é um trabalho constante, o Greg é um músico com uma vasta carreira e trabalhou com tantos músicos diferentes " diz Serpa " a minha intenção é absorver toda a informação possível enquanto partilho o palco com ele e melhorarr como vocalisra, compositora e improvisadora. Ele dá-me uma oportunidade única de exposição a ambientes musicais desafiantes."

All About Jazz
por Frank A. Matzner, Outubro 2008

Entrevista com Greg Osby sobre o novo disco e a nova editora

"AAJ: Vamos olhar para o primeiro disco lançado da editora INCM, "9 Levels". Um trabalho espantoso que deve o seu sucesso nada mais nada menos que aos membros do novo grupo, incluindo a vocalista Sara Serpa. Descobriu a Sara na Internet, certo?

GO: Sim, sim. Eu estava a navegar na internet e havia um link na página de um amigo meu para a página dela. Vi a foto dela e pensei " que miúda tão gira"...não foi isso que pensei obviamente! Uau...ela é espectacular. (risos).

Depois ouvi um primeiro tema dela e ela cantava um ritmo complicado em perfeita afinação. Um bom equilíbrio, uma boa entrega à música. Ela soava como uma flauta, como um trompete, às vezes um violino ou guitarra, percussão... não era propriamente scat- era mais como um instrumento de sopro.

Eu andava a pensar há anos em quem é que eu iria contratar para ser o meu segundo intrumento..._ Tive guitarristas, otros saxofonistas, trompetistas, trombones. Durante muito tempo eu pensei: se eu pudesse ter uma cantora que cantasse as minhas melodias e fosse como um espelho das minhas melodias, seria óptimo. Houve outras pessoas em que eu pensei, mas elas não têm a capacidade de improisação que a Sara tem. Ela consegu olhar para uma progressão harmónica e tratá-la como se fosse um saxofonista. Tem ouvido absoluto. Amplitude vocal enorme, stamina incrível e não tem medo de nada em palco.

AAJ:Também parece que esta banda levou o seu próprio som a lugares inesperados....

GO: Bom, eu compus para cada músico individualmente. Foi um desafio porque eu não os conhecia assim tão bem. Sabia que eu iria ter que proporcionar o meu jogo. A música que escrevi é a música mais difícil que escrevi na minha vida, tecnicamente falando. Tive que praticá-la durante muito tempo. E depois ouvi a Sara a cantá-la e ela cantava tudo muito mais exacto do que eu estava a tocar. Isso foi impressionante.
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All About Jazz
por Mark F. Turner, Agosto 2008

O sexto elemente do sexteto é a voz única de Sara Serpa, natural de Lisboa, Portugal. A sua voz é como um instrumento perfeitamente afinado, apresentando um soberbo scat no tema “Truth”, nas frases corais de “Humility” ou nos detalhes sem palavras, como um pintor pintando um tela, na agradável peça abstracta “Tolerance”
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All About Jazz.
por Phil DiPietro. Novembro 2008.

(sobre ROSA-SHOCK de André Matos)

A principal diferença entre este disco, face aos lancamentos da TOAP, é a presença de uma vocalista, a extraordinária Sara Serpa. Com participação em quarto discos em 2008, lançados praticamente em simultâneo- incluindo o seu brilhante primeiro disco- Serpa apresenta uma aposta inesperada e decepcionantemente simples: desafiar nada mais nada menos, do que o papel da vocalista de jazz num ensemble pequeno. Serpa não canta apenas canções, ela torna-se parte delas, cantando sem palavras, com um vocaliso natural que não pode ser descrito como scat. Cantando como outro membro da banda, ela move-se agilmente das melodias para os solos. (…) Se a “Praia” de Serpa e este disco de Matos são a indicação de algo, é de que a sua dança em conjunto deve continuar fértil, surpreendente e atraente para anos que se avizinham
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All About Jazz.
por Franz A. Matzner

Enquanto cada músico possui enormes habilidades, é o incrível desempenho de Sara Serpa que marca o coração do novo projecto de Osby e foi a sua impressionante abordagem única, que deixou a audiência do Kennedy Center, em Washington DC sem respiração.(…)Misturando a sua voz ao saxofone alto de Osby, numa improvisação sem letra, Sara Serpa integra as suas linhas e solos de uma forma infalível. Agindo mais como um instrumento de sopro adicional do que como uma vocalista tradicional, o estilo vocal de Serpa resiste a qualquer tipo de descrição, desafiando-nos a tarefa de identificar as suas influências ou semelhantes. Mais do um “scat” moderno, Serpa abandonou as convenções silábicas codificadas desde os primórdios do jazz e adoptou uma forma contemporânea de cantar baseada em melodias que fluem, com cores e texturas, sendo talvez próximas de uma mistura de ópera, Luciana Souza, Bjork e a pouco conhecida Devorah Day.(…)Em suma, a actuação do Osby Five pode ser descrita como heráldica e Serpa como um fenómeno
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The DCist
por Sriram Gopal. Maio 2009

A carreira da vocalista Sara Serpa é um caminho pouco percorrido nos dias de hoje. Muitas cantoras permanecem agarradas ao passado, preferindo expressar'se através de standards dos velhos tempos, e simultaneamente reproduzir a sonoridade das grandes estrelas, seja Sinatra, Holiday ou Fitzgerald. Serpa, oriunda de Lisboa, Portugal, não se limta apenas a repertório antigo, mas utiliza uma abordagem à música mais próxima de um instrumentalista do que de uma chanteuse....
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About.com
por Jacob Teichroew, Dezembro 2008

Existe uma alegria em “9 levels” fundamentalmente devido a 3 factores: o estilo sorridente improvisacional de Greg Osby, a voz de Sara Serpa, que é suave como cristal e a natureza de conversação dos solos
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The Chicago Reader
por Peter Margasak, Agosto 2008

Greg Osby não tem gravado desde que se separou da Blue Note, há alguns anos atrás; porém para este óptimo “9 levels” ele
reuniu um grupo pouco usual de músicos: o guitarrista Nir Felder, o baterista Hamir Atwal, o baixista Joseph lepore, o pianista Adam Birnbaum e uma vocalista Portuguesa, Sara Serpa, que Osby descobriu através do Myspace. O grupo lida com as estonteantes composições pós-bop de Osby com uma fluidez e clareza impressionantes, atrevendo-se a tocar arranjos meticulosos que são marcados por comentários contraponctuais e uníssonos desafiantes- Serpa é especialmente espectacular,, com os seus vocalizos sem palavras, sempre em perfeita afinação com as linhas de saxofone de Osby
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Jazz.pt
por António Branco. Janeiro 2009.

Ainda antes de ver lançado o seu disco de estreia, já a cantora Sara Serpa entrava para a história do jazz nacional, como o primeiro músico luso a pisar o placo do Village Vanguard, lendário clube nova-iorquino, integrada no grupo de Greg Osby .(...)Assumindo-se como compositora e improvisadora, Sara Serpa adopta uma abordagem muito pessoal, vertida num canto cristalino e sem palavras, trabalhado no mesmo plano dos restantes instrumentos.(...) Eis a interessante estreia de uma cantora que certamente irá dar cartas no jazz vocal- dentro e fora de portas- nos anos vindouros.

Jazz no País do Improviso
por Joao Moreira dos Santos, Janeiro 2009

Relativamente a Praia, este é um trabalho ousado e original (que dispensa praticamente as palavras em benefício da voz como instrumento puro, que se combina em uníssono com a guitarra na exposição das melodias) e que vale a pena ouvir. (…) Este é sobretudo um registo que revela o início da exploração do elevando potencial criador de uma cantora que pode ir bem longe, mais ainda do que já foi. Por isso mesmo, o que é audível neste momento é apenas a ponta do que se adivinha ser um grande iceberg de talento (…)Uma coisa é certa (aliás, duas): Sara Serpa tem o que é necessário para o trazer gradualmente à superfície e está muito bem acompanhada pela guitarra de André Matos, que mais uma vez demonstrou que (…) pode ser considerado um dos grandes guitarristas portugueses da actualidade, surpreendendo-nos com o seu fraseado e sonoridade, onde se adivinha já o despontar daquilo que qualquer instrumenstista mais ambiciona: uma voz própria e inconfundível.
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O Sítio do Jazz
por Manuel Jorge Veloso, Janeiro 2009

Passando directamente à apreciação deste Praia, que com muito agrado ouvi de ponta a ponta, diga-se em primeiro lugar que é particularmente exigente e corajosa a opção de Sara Serpa quanto ao modo de se exprimir, técnica e esteticamente, optando pelo vocalizo sem letra e quase sem vibrato, pela improvisação que extravasa o clássico idioma scat e pelo tratamento para-instrumental da voz. (...)

Entretanto, Sara Serpa não se limita a esta forma de canto – que já seria exigência suficiente – através da qual revela invejáveis mobilidade, afinação, ouvido harmónico, ampla tessitura e extensão de voz e diferenciação de estilo(…). Ela revela, ainda, a sua vocação como compositora, sendo neste disco a autora de todas as peças apresentadas.(…)
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O Expresso
por Raul Vaz Bernardo. Janeiro 2009

(sobre participação em ROSA-SHOCK de André Matos)

Todavia, o que valoriza ainda mais este cd é a presença da cantora Sara Serpa. Colaboradora recente do saxofonista Greg Osby, com o qual gravou o seu primeiro disco (editado na etiqueta de Osby, Inner Circle Music), Sara Serpa é um fenómeno de musicalidade. O seu canto límpido, não exibicionista e sem palavras é espontâneo e musical, integrando-se no todo orquestral sem contrangimentos. Duma forma natural, debita as suas linhas nas composições de Matos. Ouça-se por exemplo “Rare Birds’ e confirme-se o que pode ter espantado um músico maduro como Osby.

Bodyspace.net
por Nuno Catarino, Dezembro 2008

Senhora de uma notável qualidade vocal, a cantora demonstra uma rara audácia ao produzir um objecto que arrisca sem medo e sem ceder a facilitismos ou concessões comerciais”

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Jazz.pt
por Paulo Barbosa, Julho 2007

(...) Sara Serpa surpreendeu com um dos melhores concertos da festa. As sua composições são fortíssimas e o trio formado por Albert Sanz, Masa Kamaguchi e R.J. Miller operou a todo o momento , com um emocionante sentido de comunão musical. O guitarrista André Matos, cada vez melhor nas suas improvisações, trouxe igualmente um interessante colorido adicional. Serpa arriscou bem alto e revelou um fascinante controlo na colocação da voz, verdadeiro instrumento, cheio de alma. Com impressionante sucesso, chegou a fazer uso da desafinação pontual, mas inevitável no nível a que actua, como mais um recurso. Kamaguchi reafirmou-se como um dos mais virtuosos e musicais contrabaixistas do momento

O Sol
por Dora Guennes, Setembro 2007

"É um dos mais recentes talentos do jazz em Portugal. Compositora e cantora, dona de uma voz doce e etérea, Sara Serpa fundou o Sara Serpa Quintet e já sonha com a internacionalização(...)"
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